Desde 1986 que a sua música se ia tornando menos escorregadia pelo suor e mais enrugada ao tacto, e já em Painful, de 1993, insinuavam que o grunge seria acessório à compreensão do rock independente norte-americano.
Mas aquilo que se revelava mais ou menos referencial e metódico, está aqui idiomaticamente reconvertido numa cintilante amálgama que só na superfície pode ser lida como um guia musical, e nessa medida lembra o papel desempenhado pelo Dicionário de Lugares Imaginários de Alberto Manguel na história da geografia.
A sua anual Hanukkahpalooza tem-no confirmado.
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