Entretanto, Learning How To Die, o livro de Greg Kot sobre o grupo, aproveitou para lançar nova luz sobre o assunto.
E porquê tanto trabalho por uma banda que no seu melhor vende meio milhão de unidades?
Porque muito provavelmente, nos seus momentos mais ou menos inspirados, sucessos e falhanços, é a mais importante em solo norte-americano na última década.
Nos 19 temas de Being There, capazes de produzir num ensaio o que ainda assim,
30 anos antes, demorava aos Byrds, Beatles ou Stones três ou quatro álbuns a conseguir, passam da folk ao rock psicadélico e do r&b ao country de um só fôlego, como se a corrida dependesse apenas do coração.
E como não compreender que era disso que se tratava com letras como “Ships may ply the stormy ocean and planes may fly the stormy sky,I´m sad and lonely but remember I´ll love you ‘till I die”?
Um álbum depois cantava Jeff Tweedy em “Via Chicago”: “I dreamed about killing you again last night and it felt all right to me”.
Mas Being There era já a sua prova que o crime não compensa.
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