E se para uns isso foi bastando, tornou-se igualmente claro que a via de repetição – e ambígua obsessão pela ausência física do som, conforme mais tarde insinuado em Songs For A Dead Pilot – era como um véu que Mimi Parker, Alan Sparhawk e Zak Sally usavam para ocultar a sua bem mais complexa e nada monotemática essência.
The Curtain Hits The Past é, de certa forma, o extremar de tudo isto, como se Gavin Bryars, a partir do seu Sinking Of The Titanic, passasse a compor tendo sempre presente a gravidade do fundo do mar – ou, pegando na ideia, é como o afundar da igreja em que os Cowboy Junkies gravavam The Trinity Session.
Hoje, com a devida distância, já Sparhawk, com os Black Eyed Snakes na compilação Duluth does Dylan ou com Mark Kozelek (dos Red House Painters, então aliado no sadcore) nos Retribution Gospel Choir, acelerou um pouco o passo.
Mas continua a haver aqui qualquer coisa da fábula da lebre e da tartaruga.
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