Kurt Wagner, e o variável conjunto de conspiradores em torno dos Lambchop, refundou Nashville também enquanto capital do outro country.
Subitamente, mesmo ocupado com os arranjos de cordas nos discos de Curtis Mayfield e com os acordes do Getz/Gilberto, um momento menos bom seu bastaria para garantir a posteridade a um Josh Rouse ou Damien Jurado e trazer reconhecimento crítico a Garth Brooks ou Shania Twain.
Possivelmente inspirado no lado mais soul de Charlie Rich, nas histórias de Tom T. Hall ou em toda a cena outlaw (Nelson, Jennings, Kristofferson, Flatlanders, etc), How I Quit Smoking é dos mais quintessencialmente americanos álbuns da década e, na delicadeza das suas canções ou subtileza e inventividade dos seus arranjos, tornou sinceramente redundante o reaparecimento dos The Band.
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