Em comum, canções marcadas pelo engenho melódico e sofisticação harmónica, embora aqui interrompidas por uma série de interlúdios mais devedores dos Silver Apples ou White Noise.
O grupo – por conveniência temporal alinhado com Cornelius, Tortoise e, mais justificadamente, Stereolab – fez as delícias dos fãs de Beck, Pavement ou Divine Comedy, com os quais partilhou digressões, enquanto os mais incrédulos não se cansam ainda hoje de repetir que Hawaii está para os Beach Boys da fase Pet Sounds/Smiley Smile como o Psycho de Gus Van Sant esteve para o original de Hitchcock.
Enfim, também há quem não aprecie chocolate.
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