Nas fronteiras com as mais artrópodes versões do psicadelismo e folclore, sustentaram todo o tipo de investigações sonoras com microscópico estrépito, em busca de, reconciliando melodia e harmonia da mais pura forma possível, resolver uns quantos problemas filosóficos. Mas o seu fascínio de então com as Destiny’s Child e de agora com os 4 Taste relembrará que essa é à partida
uma luta perdida, e que, nessa via, atingiram já com Sung Tongs um novo patamar histórico para aquilo que, dos Holy Modal Rounders aos Mutantes, não veio a ganhar melhor designação do que tropicalismo.
O que não é pouco. Circulares, luminosos, com a gratificante cadência de rimas infantis e vertiginosamente aliterantes, os seus temas são uma ácida versão das férias de Verão de sonho. O gesto relembra uma revisão de Beach Boys ou do Milton
Nascimento de Clube Da Esquina levada a cabo durante repetidas audições de Speakerboxxx/The Love Below, dos OutKast. E como se pudesse haver outra forma de correr para se ganhar uma maratona, estas canções, na sua exaltante resolução, cruzam a meta sem que se perceba que entraram na corrida. É assim tão veloz e emocional.
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